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Deslizafácil!

por Moralez, em 02.12.17

Ontem na farmácia, um estudante de Marketing e Publicidade fazia perguntas aos clientes, para uma pesquisa de mercado:
- Por favor, minha senhora. Estou a fazer uma pesquisa sobre o produto "Deslizafácil", para determinar os usos da vaselina no lar.
A senhora poderia dizer-me como usa a vaselina?
Sem se fazer de rogada, a mulher responde:
- Em casa, usamos a vaselina para a pele seca, assaduras e quando fazemos amor.
Então o estudante, tentando nitidamente deixar a mulher embaraçada, faz a seguinte pergunta:
- É a primeira vez que ouço a respeito do uso da vaselina para fazer amor, poderia detalhar-me exatamente em quais locais e como é que ela é colocada?
Mais uma vez a mulher, sem se abalar, responde:
- Coloco um bocado na maçaneta da porta do quarto.
- ... Na maçaneta da porta???
- .. É... as mãos escorregam e isso impede que as crianças entrem!

So long mentes poluídas!!

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As mulheres e as casas de banho!

por Moralez, em 01.12.17

Relato de uma mulher numa casa de banho pública:

gogirlhumor.jpg

O grande segredo de todas as mulheres a respeito da casa de banho é que, quando eras pequenina, a tua mamã levava-te à casa de banho, ensinava-te a limpar o tampo da sanita com papel higiénico e depois punha tiras de papel cuidadosamente no perímetro da sanita.
Finalmente instruía-te: "nunca, nunca te sentes numa casa de banho pública!"
E depois ensinava-te a "posição", que consiste em balançar-te sobre a sanita numa posição de sentar-se sem que o teu corpo tenha contacto com o tampo.
"A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, importante e necessária, que nos acompanha para o resto da vida. Mas ainda hoje, nos nossos anos de maioridade, "a posição" é dolorosamente difícil de manter, sobretudo quando a tua bexiga está quase a rebentar.
Quando “TENS” de ir a uma casa de banho pública, encontras uma fila enorme de mulheres que até parece que o Brad Pitt está lá dentro. Por isso, resignas-te a esperar, sorrindo amavelmente para as outras mulheres que também cruzam as pernas e os braços, discretamente, na posição oficial de “tou aqui tou-me a mijar!”.
Finalmente é a tua vez! E chega a típica "mãe com a menina que não aguenta mais” (a minha filhota já não aguenta mais, desculpe, vou passar à frente, que pena!). Então verificas por baixo de cada cubículo para ver se não há pernas. Estão todos ocupados.
Finalmente, abre-se um e lanças-te lá para dentro, quase derrubando a pessoa que ainda está a sair.
Entras e vês que a fechadura está estragada (está sempre!); não importa…
Penduras a mala no gancho que há na porta… QUAAAAAL? Nunca há gancho!! Inspeccionas a zona, o chão está cheio de líquidos indefinidos e fétidos, e não te atreves a pousá-la lá, por isso penduras a mala no pescoço enquanto vês como balança debaixo de ti, sem contar que a alça te desarticula o pescoço, porque a mala está cheia de coisinhas que foste metendo lá para dentro, durante 5 meses seguidos, e a maioria das quais não usas, mas que tens no caso de…
Mas, voltando à porta… como não tinha fechadura, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto com a outra baixas as calças num instante e pões-te “na posição”…
AAAAHHHHHH… finalmente, que alívio… mas é aí que as tuas coxas começam a tremer… porque nisto tudo já estás suspensa no ar há dois minutos, com as pernas flexionadas, as cuecas a cortarem-te a circulação das coxas, um braço estendido a fazer força na porta e uma mala de 12 quilos a cortar-te o pescoço!
Gostarias de te sentar, mas não tiveste tempo para limpar a sanita nem a limpaste com papel; interiormente achas que não iria acontecer nada, mas a voz da tua mãe faz eco na tua cabeça *“nunca te sentes numa sanita pública”*, e então ficas na “posição de aguiazinha”, com as pernas a tremer… e por uma falha no cálculo de distâncias, um finííííssimo fio do jacto salpica-te e molha-te até às meias!!
Com sorte não molhas os sapatos… é que adoptar “a posição” requer uma grande concentração e perícia.
Para distanciar a tua mente dessa desgraça, procuras o rolo de papel higiénico, maaaaaaaaaaas não hááááá!!! O suporte está vazio!
Então rezas aos céus para que, entre os 12 quilos de bugigangas que tens na mala, pendurada ao pescoço, haja um miserável lenço de papel… mas para procurar na tua mala tens de soltar a porta…???? Duvidas um momento, mas não tens outro remédio. E quando soltas a porta, alguém a empurra, dá-te uma trolitada na cabeça que te deixa meio desorientada mas rapidamente tens de travá-la com um movimento rápido e brusco enquanto gritas: OCUPAAAAAADOOOOOOOOO!!
E assim toda a gente que está à espera ouve a tua mensagem e já podes soltar a porta sem medo, ninguém vai tentar abri-la de novo (nisso as mulheres têm muito respeito umas pelas outras).
Encontras o lenço de papel!! Está todo enrugado, tipo um rolinho, mas não importa, fazes tudo para esticá-lo; finalmente consegues e limpas-te. Mas o lenço está tão velho e usado que já não absorve e molhas a mão toda; ou seja, valeu-te de muito o esforço de desenrugar o maldito lenço só com uma mão.
Ouves algures a voz de outra velha nas mesmas circunstâncias que tu “alguém tem um pedacinho de papel a mais?” Parva! Idiota!
Sem contar com o galo da marrada da porta, o linchamento da alça da mala, o suor que te corre pela testa, a mão a escorrer, a lembrança da tua mãe que estaria envergonhadíssima se te visse assim… porque ela nunca tocou numa sanita pública, porque, francamente, tu não sabes que doenças podes apanhar ali, que até podes ficar grávida (lembram-se??)…. Estás exausta! Quando paras já não sentes as pernas, arranjas-te rapidíssimo e puxas o autoclismo a fazer malabarismos com um pé, muito importante!
Depois lá vais pró lavatório. Está tudo cheio de água (ou xixi? lembras-te do lenço de papel…), então não podes soltar a mala nem durante um segundo, pendura-la no teu ombro; não sabes como é que funciona a torneira com os sensores automáticos, então tocas até te sair um jactozito de água fresca, e consegues sabão, lavas-te numa posição do corcunda de Notre Dame para a mala não resvalar e ficar debaixo da água.
Nem sequer usas o secador, é uma porcaria inútil, pelo que no fim secas as mãos nas tuas calças – porque não vais gastar um lenço de papel para isso – e sais…
Nesse momento vês o teu namorado, ou marido, que entrou e saiu da casa de banho dos homens e ainda teve tempo para ler um livro de Jorge Luís Borges enquanto te esperava.
“Mas por que é que demoraste tanto?” - pergunta-te o idiota.
“Havia uma fila enorme” - limitas-te a dizer.
E é esta a razão pela qual as mulheres vão em grupo à casa de banho, por solidariedade: uma segura-te na mala e no casaco, a outra na porta e a outra passa-te o lenço de papel debaixo da porta, e assim é muito mais fácil e rápido, pois só tens de te concentrar em manter “a posição” e "a dignidade".
Obrigada a todas por me terem acompanhado alguma vez à casa de banho e servir de cabide ou de agarra portas! Para os desgraçados dos homens que sempre perguntam “Querida, por que motivo demoraste tanto tempo na casa de banho?” …. IDIOTAS!


(Autor desconhecido)

 

So long fellows!

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José Chagas

por Moralez, em 30.11.17

Um funcionário da morgue está a trabalhar à noite, para examinar corpos antes destes serem sepultados ou cremados.

Examina um corpo, identificado como José Chagas, que está pronto para ser cremado, e descobre que o defunto tem o maior “mangalho” que ele já viu na vida. E pensa para si próprio:

– “Desculpe, Sr. Chagas. Mas não posso mandá-lo para o crematório com essa coisa enorme. Ela tem que ser conservada para a posteridade!”
Com um bisturi, remove o pénis do morto, guarda-o num frasco e vai para casa. A primeira pessoa a quem ele mostra a monstruosidade é sua mulher.
– “Tenho algo inacreditável para te mostrar, querida. Nem vais acreditar!”
Depois, abre o frasco e…. ao ver o conteúdo, a mulher grita, estarrecida:
– “Oh, meu Deus!!!!! O Chagas morreu?!?!?

 

So long fellows!

 

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Ou quê???

por Moralez, em 29.11.17

Uma loura, toda bem jeitosa, chega ao médico e diz-lhe:
- Doutor, eu já não consigo fazer amor com meu marido.
- A sério? Então conte-me lá, como é teu dia.
- Bem... pela manhã, quando estou a ir para ao trabalho, não passam autocarros onde moro e como eu não gosto de ir a pé, chamo um táxi. O taxista quer que eu lhe pague 30 euros e diz: "Vai pagar ou quê?" - eu, logicamente, escolho "o quê".
Quando chego ao serviço, o meu chefe vê que eu cheguei atrasada e diz, "vai fazer hora extra ou quê" e de novo eu escolho "o quê"…
Na mercearia às vezes falta-me dinheiro para pagar e o dono diz-me: "Vai pagar ou quê?" - eu, logicamente, escolho "o quê".
Depois quando chego a casa, já não consigo fazer amor com meu marido...
- Ai é... e então? Vamos ter que contar toda a história ao seu marido, ou quê???

 

So long fellows!

 

 

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Cuidado com o álcool!

por Moralez, em 28.11.17

Naquela tarde, Joaquim recebe um pacote do correio, enviado pelo filho que estava a estudar nos Estados Unidos. Ansioso, abriu o pacote. Era um espelho. Ao ver a sua imagem refletida, foi correndo chamar a mulher:
- Ó Maria, ó Maria! Vê, o nosso filho nos mandou um retrato. Coitadinho, olha só como ele está acabado com essa cara de alcoólatra!
A Maria, veio a correr, espiou por cima do ombro do marido e disparou:
- Também, olha a cara da bêbada da namorada dele!..

 

So long fellows!

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Bênção final...

por Moralez, em 27.11.17

O homem levanta seu copo de cerveja e brinda:
– Gosto tanto de sexo que eu quero passar o resto da minha vida entre as pernas da minha esposa!
Isto rendeu-lhe o prémio máximo no bar para o melhor brinde da noite. Voltou para casa e disse à sua esposa:
– Esposa, eu ganhei o prêmio o “Melhor Brinde da Noite”!
– Parabéns! E qual foi o brinde?!
Sem coragem de contar a verdade, ele falou:
– Eu brindei: “Quero passar o resto da minha vida na igreja, sentado ao lado da minha mulher”.
– Puxa, isso foi realmente muito bonito!
No dia seguinte, a esposa encontrou um dos amigos do marido, que riu furtivamente e disse:
– Sabia que seu marido ontem ganhou o prêmio de melhor brinde da noite? E o brinde foi sobre você…
– Sim, ele me contou, fiquei surpresa, pois ele não é muito chegado no assunto. Desde que casamos ele só esteve lá uma vez… custa-lhe muito entrar, entra meio contrariado, e a última vez caiu no sono antes da “bênção final”.

 

So long fellows!

 

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Multitasking!

por Moralez, em 26.11.17

Sem comentários!

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Riscou a porta da mala do carro!!! [LOL]

 

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Titanic

por Moralez, em 25.11.17

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Meu avô contou-me que quando viu o Titanic, foi avisando todas as pessoas, desde o início, que o navio ia afundar, mas foi ignorado. Ele avisou novamente, disse que era certo que afundaria e muitos morreriam, mas mandaram ele estar calado. Ele avisou novamente em diversas ocasiões, até que o expulsaram do cinema.

 

So long fellows!

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Uma boa ideia!

por Moralez, em 24.11.17

Colocar os nossos idosos nas cadeias, e os delinquentes fechados nas casas dos velhinhos. Parece estranho, vejamos.

Desta maneira, os idosos teriam todos os dias acesso a um duche, lazer, passeios.
Não teriam necessidade de fazer comida, fazer compras, lavar a loiça, arrumar a casa, lavar roupa etc.
Teriam medicamentos e assistência médica regular e gratuita.
Estariam permanentemente acompanhados.
Teriam refeições quentes, e a horas.
Não teriam que pagar renda pelo seu alojamento.
Teriam direito a vigilância permanente por vídeo, pelo que receberiam assistência imediata em caso de acidente ou emergência, totalmente gratuita.
As suas camas seriam mudadas duas vezes por semana, e a roupa lavada e passada com regularidade.
Um guarda visitá-los-ia a cada 20 minutos e levar-lhes-ia o correio diretamente em mão.
Teriam um local para receberem a família ou outras visitas.
Teriam acesso a uma biblioteca, sala de exercícios e terapia física / espiritual.
Seriam encorajados a arranjar terapias ocupacionais adequadas, com formador, instalações e equipamento gratuitos.
Ser-lhes-ia fornecido gratuitamente roupa e produtos de higiene pessoal.
Teriam assistência jurídica gratuita.
Viveriam numa habitação privada e segura, com um pátio para convívio e exercícios.
Acesso a leitura, computador, televisão, rádio e chamadas telefónicas na rede fixa.
Teriam um secretariado de apoio, e ainda Psicólogos, Assistentes Sociais, Políticos, Televisões, Amnistia Internacional, etc., disponíveis para escutarem as suas queixas.
O secretariado e os guardas seriam obrigados a respeitar um rigoroso código de conduta, sob pena de serem duramente penalizados.
Ser-lhes-iam reconhecidos todos os direitos humanos internacionalmente convencionados e subscritos por Portugal.

Por outro lado, nas casas dos idosos:

Os delinquentes viveriam com €200, fechados, numa pequena habitação com obras feitas há mais de 50 anos.
Teriam que confecionar a sua comida e comê-la muitas vezes fria e fora de horas.
Teriam que tratar da sua roupa.
Viveriam sós e sem vigilância.
Esquecer-se-iam de comer e de tomar os medicamentos e não teriam ninguém que os ajudasse.
De vez em quando seriam vigarizados, assaltados ou até violados.
Se morressem, poderiam ficar anos, até alguém os encontrar.
As instituições e os políticos não lhes ligariam qualquer importância.
Morreriam após anos à espera de uma consulta médica ou de uma operação cirúrgica.
Não teriam ninguém a quem se queixar.
Tomariam um banho de 15 em 15 dias, sujeitando-se a não haver água quente ou a caírem na banheira velha, passariam frio no Inverno porque a pensão de €200 não chegaria para o aquecimento.
O entretenimento diário consistiria em ver telenovelas, a Fátima, o Goucha, a Júlia Pinheiro e afins na televisão.

Digam lá se desta forma não haveria mais justiça para todos, e os contribuintes agradeceriam?

 

So long fellows!

 

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Um alivio corajoso!

por Moralez, em 23.11.17

Hoje estava eu a tomar um café, no Bar do Alfredo, quando, desesperadamente, precisei de dar um peido.
A música estava bem alta. Então calculei soltar o gasoso em sincronia com o ritmo. Assim o pensei, assim o fiz.

Lá se foram os gases da fermentação da feijoada, molho de repolho e ovos cozidos, sendo libertados ao ritmo da música.

Fiquei orgulhoso pelo peidão fragmentado, ritmado, em sincronismo perfeito com a música...

Comecei a sentir-me melhor e mais aliviado...

Terminei meu café tranquilamente... só então notei que toda a gente estava a olhar para mim.

Então lembrei-me que estava a ouvir música do meu iPod...

Nunca mais tomo café ali.

PS: Isto tá escrito na 1ª pessoa mas não fui eu que dei, obviamente.

 

So long fellows!

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