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Polícia e ladrões!

por Moralez, em 23.01.20

Noutro dia, quando ia para a cama, reparei que estavam pessoas dentro da minha garagem, a roubar as minhas coisas.

Liguei de imediato para a polícia, que disseram que não tinham ninguém por perto para poder socorrer, que iriam mandar alguém assim que fosse possível.

Desliguei e um minuto depois liguei novamente:

- Olá, sou eu outra vez, liguei há pouco a pedir ajuda por causa de ladrões que invadiram a minha garagem, felizmente já não é preciso virem depressa, porque estão mortos e já não vão roubar mais nada.

Passados alguns minutos, chegaram meia dúzia de carros da polícia, um helicóptero e uma unidade de polícia do corpo de intervenção armada até aos dentes.

Conclusão:

Apanharam os ladrões em flagrante.

Um dos polícias disse:

- Pensei que os tinha matado....

Eu respondi:

- Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível para me socorrer!

(Às vezes tem de ser assim…)

 

So long fellows!

 

 

 

 

 

 

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Um ministro português recebeu, em Lisboa, um ministro angolano. Simpático, o ministro português convidou o outro a ir lá a casa. O ministro angolano foi e ficou espantado com a bela vivenda. Em bairro chiquérrimo e com piscina. Com o informalíssimo dos luandenses pôs-se a fazer perguntas.
- Com um ordenado que não chega a 5 mil euros limpos, como é que o meu amigo conseguiu tudo isto? Não me diga que era rico antes de ir para o Governo?

O ministro português sorriu, disse que não, antes não era rico. E em jeito de quem quer dar explicações, convidou o outro a ir até à janela.
- Está a ver aquela auto-estrada?

- Sim – respondeu o angolano.

- Pois ela foi adjudicada por 100 milhões. Mas, na verdade, só custou 90… – disse o português, piscando o olho.

Semanas depois, o ministro português foi de viagem a Luanda. O angolano quis retribuir a simpatia e convidou-o a ir lá a casa. Era um palácio, com varandas viradas para o pôr-do-Sol do Mussulo, jardins japoneses e piscinas em cascata. O português nem queria acreditar, gaguejou perguntas sobre como era possível um homem público ter uma mansão daquelas. O angolano levou-o à janela.

- Está a ver aquela auto-estrada?

- Não.

- Nem eu…

 

So long fellows!

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A Marlene

por Moralez, em 10.10.17

Um ladrão entra numa casa e encontra um casal a dormir.

Ele começa a fazer ameaças à mulher e, de repente, pergunta:

- Eu gosto de saber o nome das minhas vítimas. Como é que se chama a senhora?

- Marlene - responde a mulher.

- Marlene... Esse era o nome da minha mãe! Eu vou poupá-la... - diz o assaltante.

De seguida, olha para o marido dela e pergunta-lhe o nome:

- Eu chamo-me António. Mas é curioso porque todos me chamam de Marlene...

 

So long fellows!

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A morte do padre

por Moralez, em 14.07.17

O velho padre, durante anos, tinha trabalhado fielmente com o povo africano, mas voltou a Portugal, doente e moribundo. No Hospital Santa Maria é a notícia da hora. Já nos últimos suspiros, ele faz um sinal à enfermeira, que se aproxima. Sim, Padre?  eu queria ver dois proeminentes políticos antes de morrer, António Costa e José Sócrates, sussurrou o padre.

 Sim, Padre, verei o que posso fazer, respondeu a enfermeira. De imediato, ela entra em contato com S. Bento e logo recebe a notícia, ambos também gostariam muito de visitar o padre moribundo. A caminho do hospital, Costa diz a Sócrates:

 Eu não sei porque o velho padre nos quer ver, mas certamente que isso vai ajudar a melhorar a nossa imagem perante a Igreja e o povo, o que é sempre bom.

Sócrates concordou. Era uma grande oportunidade para eles e até foi enviado um comunicado oficial à imprensa sobre a visita.

Quando chegaram ao quarto, com toda a imprensa presente, o velho padre pegou na mão de Costa, com sua mão direita e na mão de Sócrates, com sua esquerda.

Houve um grande silêncio e notou-se um ar de pureza e serenidade no semblante do padre, Sócrates então disse:

Padre, porque é que fomos nós os escolhidos, entre tantas pessoas, para estar ao seu lado no seu fim?

O Padre, lentamente, disse:

Sempre, em toda a minha vida, procurei ter como modelo o Nosso Senhor Jesus Cristo.

Amém, disse Costa.

Amém, disse Sócrates.

E o Padre concluiu:

Então ... como  Ele morreu entre dois ladrões, eu quero fazer o mesmo!!!

 

PS: consta-se que os restantes ministros lamentaram-se por não terem sido igualmente convidados.

 

So long fellows!

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